Freqüentemente, nossos clientes nos indagam sobre o alcance e restrições de uma Auditoria Eletrônica para o Sped Contábil. Para esse item, é importante ter alguns esclarecimentos prévios como “pano de fundo”, para não frustrar expectativas e direcionar melhor os recursos.
Em resumo, a instituição do SPED faz com que todas as informações contidas nos livros contábeis e fiscais tradicionais sejam transformadas em arquivos digitais. Esses arquivos precisam obedecer a um formato padronizado e predefinido e servem para informatizar a relação entre empresas e a Receita Federal ou a Secretaria da Fazenda, uma vez que eles são transmitidos para esses órgãos em tempo real por meios eletrônicos, como, por exemplo, a internet. Acaba o papel e as empresas precisarão rever e realizar mudanças significativas em seus processos.
TI verde não é mais novidade. Poucas empresas tem conseguido implementar soluções efetivas nesse sentido. Mas uma iniciativa da Secretaria da Fazenda, o projeto de Sistema Público de Escrituração Digital ( SPED) , que tem como objetivo diminuir fraudes e tornar mais transparente o envio de informações ao Fisco, tem conseguido resultados expressivos: desde 2006, 254 mil empresas já substituíram as notas fiscais em papel pela versão eletrônica, o que significa redução estimada de mais de 26 bilhões de toneladas de papel.
Pre-auditoria de SPED Minimizando riscos - 1º Encontro de Assuntos Executivos da NFe do Brasil
A Visão do Fisco na avaliação de arquivos fiscais - 1º Encontro de Assuntos Executivos da NFe do Brasil
O evento será realizado em São Paulo com a participação de especialistas e de 50 CIOs (Chief Information Officers) e CFO (Chief Financial Officers), os quais, por terem um grande poder de decisão dentro de suas respectivas empresas, precisam também lançar um olhar especial sobre as suas áreas fiscais.
A obrigatoriedade das soluções fiscais eletrônicas está avançando por todo o Brasil e muitas empresas ainda tem dúvidas sobre as vantagens e riscos que correm na adoção dos novos modelos. Os CIOs e CFOs, com grande poder de decisão dentro das empresas, necessitam agora de um olhar especial sobre suas áreas fiscais, buscando os processos mais rápidos e eficazes, atenção nas mudanças constantes da legislação e, principalmente, na segurança das informações. Diante disso, a NFe do Brasil, empresa especialista em soluções inteligentes de Nota Fiscal Eletrônica, reunirá em São Paulo, cerca de 50 executivos para debater a questão.
Entre elas a escrituração fiscal das contribuições (PIS/Cofins), o Livro CIAP (Controle de Créditos de ICMS do Ativo Permanente), o e-Fopag (folha de pagamento eletrônica) e o e-Lalur. A questão é saber que ações as empresas devem adotar adotadas para atender os novos requisitos.
Uma pesquisa realizada pela Sispro com 119 empresas de médio e grande porte, nos estados de SP, RS e RJ, constatou que um grande número de empresas não conhece ou não aproveita os benefícios dos créditos de ICMS. Esta pesquisa também revelou que muitas empresas não efetuam o controle dos créditos através do Livro CIAP (Controle de Créditos de ICMS do Ativo Permanente) e, portanto, não estão preparadas para atender às novas exigências do SPED Fiscal: a partir de janeiro de 2011 a apresentação do Bloco G – CIAP é obrigatória para as empresas que utilizam o benefício dos créditos de ICMS sobre o ativo imobilizado.
A EFD-PIS/Cofins deverá ser transmitida pelas pessoas jurídicas a ela obrigadas, e será considerada válida após a confirmação de recebimento do arquivo que a contém. Essa Escrituração precisa ser assinada digitalmente pelo representante legal da empresa ou procurador constituído, utilizando-se de certificado de segurança mínima tipo A3.
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