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Nota fiscal eletrônica já inclui a corretagem

O vice-presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor) na Região Norte, Fabio Lúcio Costa, diz que os corretores em todo o País, não tarda, estarão obrigados a emitir notas só pelo sistema eletrônico (NFS-e).

Isso porque a tendência é as autoridades financeiras de todos os grandes municípios brasileiros implantarem a sistemática eletrônica de notas, abrangendo também a corretagem na relação com as seguradoras e com outras empresas, a exemplo do que já fazem as cidades de Belém e Salvador. No Estado do Rio de Janeiro, a cidade de Macaé também adotou a nova sistemática.

No caso da capital paraense, a medida começou a valer desde segunda-feira última. Acabou a era da nota fiscal de papel. As corretoras precisam credenciar-se na Secretaria de Finanças da cidade, alerta Fabio Costa, que deixou a presidência do sindicato da categoria no Pará (Sincor-PA), há cerca de 15 dias.

Assim como em Belém, Salvador também passou a exigir a NFS-e desde segunda-feira passada nas relações de negócios do mercado segurador.

A obrigatoriedade da nota fiscal eletrônica atinge os contribuintes do Imposto sobre Serviço (ISS) que prestarem serviços para substitutos tributários, ou seja, regime pelo qual a responsabilidade pelo imposto devido é atribuída a outro contribuinte.[2]

RIO. A nota fiscal eletrônica para corretores de seguros já está também em uso no Estado do Rio de Janeiro, onde a obrigatoriedade foi implantada no município de Macaé. No momento, a única cidade a adotá-la. Contudo, é certo para o consultor Affonso dAnzicourt que outras cidades adotarão a NFS-e, cedo ou tarde. O corretor deve estar preparado para a nova realidade, alerta. O assunto tem despertado interesse entre os corretores fluminenses, o que levou o sindicato da categoria no estado (Sincor-RJ) a programar a realização de palestras com enfoque esclarecedor sobre a matéria.

Fonte: JORNAL DO COMMERCIO RJ NOTÍCIAS

 

Vereadores aprovam a nota fiscal eletrônica

Os vereadores aprovaram o projeto do Executivo que institui a Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFSE) no município. O documento vai registrar as operações relativas à prestação de serviços, que serão armazenadas em um banco de dados na Secretaria Municipal de Finanças.

 A lei permite a substituição do atual documento fiscal em papel, com vistas à diminuição da sonegação fiscal, redução de uso de papel e também servirá para simplificar o manuseio do documento pelos contribuintes.

A meta da prefeitura é implantar a nota eletrônica até final do ano. As empresas sediadas em outros municípios, que venham a prestar serviço em Bento, deverão obrigatoriamente requerer cadastro de contribuinte via sistema NFSE. Caberá ao Executivo a emissão do documento, a envio aos prestadores de serviços dentro de suas atividades específicas.

O projeto foi aprovado em regime de urgência na sessão extraordinária realizada na quinta-feira.

Fonte: Jornal Gazeta

2010: um ano de mudanças e benefícios

Tradicionalmente, ao iniciar um novo ano, revemos velhos hábitos e definimos mudanças. Este é o momento de ponderar desempenhos e planejamentos. De analisar o mercado, mapear procedimentos e definir ações que possam deixar seu negócio alguns passos à frente e a quilômetros dos seus concorrentes. É a hora de olhar em volta e perceber como se preparar para o futuro. Pelo que já é possível mapear, o campo tributário é um dos assuntos que terá mais relevância para os negócios em 2010, trazendo grandes benefícios para as empresas, contribuintes e sociedade.

Este ano o governo massificará a emissão de nota fiscal eletrônica para empresas de diversos portes e segmentos de mercado. A primeira obrigatoriedade segue para os setores industrial e atacadista a partir de 1º de Abril de 2010. Até o final do ano as companhias com operações interestaduais e que fazem vendas públicas também deverão aderir a nf-e. No projeto de escriturações fiscais e contábeis do Sped a obrigatoriedade é para as empresas de lucro real. A meta do governo é que nos próximos anos todas as empresas de pequeno, médio ou grande porte tenham sua documentação fiscal e contábil, hoje em papel, no modelo eletrônico.

Sem dúvida, este movimento de informatização do processo de envio de dados ao Fisco é irreversível. O uso de documentos fiscais eletrônicos é um caminho sem volta no qual as companhias precisam adequar-se com os propósitos de modernização, rapidez de informação, conformidade com as regras do governo e facilidade de regulamentação para competitividade entre as organizações.

Os benefícios da emissão de nota fiscal eletrônica, por exemplo, incluem transparência nas transações comerciais, agilidade nos processos junto ao Fisco, redução da concorrência desleal e redução de custos logísticos. Além disso, a padronização das informações permitirá as empresas ganhos na recepção física e fiscal de mercadorias; validação e aprovação de todo o ciclo de compras até a recepção de produtos; carga de dados diretamente nos sistemas de gestão, com controle de conteúdo e validação das informações.

Este é um ano de maturidade para o mercado e para os próprios fornecedores de soluções fiscais eletrônicas. As empresas que buscam as melhores ferramentas de NF-e e Sped devem estar atentas. Buscar fornecedores com soluções de fácil implementação, preparadas para as atualizações de inteligência fiscal eletrônica, bem estabelecidas e com garantias de sustentabilidade financeira a longo prazo são algumas das dicas. Vivemos um momento, que simplesmente entregar as informações nos moldes do fisco, não é certeza de estar livre de erros e conseqüentemente, das multas e apreensões de mercadorias. E de quem cobrar alguns anos mais tarde se o seu fornecedor não existir mais e a falha tiver sido por conta dele?

Isso provoca uma revolução na maneira com que as empresas brasileiras fazem seus negócios. Além de uma mudança fiscal, este ano deverá ser um ano de profissionalização das companhias nacionais. Com isso, ganhamos competitividade para alavancar nosso País. Que venham as mudanças que 2010 nos oferece!
* Marco Antonio Zanini é presidente da NFe do Brasil.

 

Fonte: IT WEB - Por Marco Zanini

 

IDC prevê aumento menor nos gastos mundiais com TI

Os gastos mundiais com TI estão previstos para atingir US$ 1,48 trilhão neste ano, o que representa um aumento de 3% na comparação com 2009, de acordo com estudo da IDC. O resultado ainda deve ficar cerca de 1,4% abaixo do US$ 1,5 trilhão registrado em 2008. Isso deve ocorrer por conta dos resquícios da crise financeira ao longo deste ano.

A IDC faz a ressalva, porém, que a previsão é baseada em condições constantes da economia e que, portanto, a valorização ou desvalorização do dólar pode alterar significantemente o resultado.

De acordo com Stephen Minton, vice-presidente de estratégias e mercados globais de TI da IDC, os impulsionadores dos gastos com TI neste ano serão os países emergentes, principalmente Índia e China, onde os investimentos em TI devem se recuperar mais rapidamente.

“Apesar da demanda reprimida para atualizações e novas aplicações devido ao profundo corte de gastos realizado no ano passado, a incerteza econômica, junto com as restrições de capital e de crédito, vai contribuir para inibir as despesas com TI nas economias maduras”, explicou. Segundo Minton, os gastos globais com TI somente se recuperarão totalmente dos efeitos da crise em 2011.

A IDC estima que os investimentos em hardware terão crescimento de 5% neste ano, enquanto que em software e serviços serão 2% e 3% superiores, respectivamente. No segmento de hardware, a empresa de pesquisas destaca as despesas mundiais com PCs, que deverão ter aumento de 3% neste ano, acima da previsão inicial da companhia, de alta de 2%.

As despesas com software e serviços, segundo a consultoria, refletirão o menor valor dos contratos assinados no ano passado e o controle de gastos devido à cautela nos mercados maduros.

Para a América Latina, a IDC projeta crescimento de 5% nas despesas com TI neste ano. Para o Brasil, mercado- chave para o setor de TI na região, a previsão da consultoria, é que o país só voltará a registrar patamares robustos de expansão a partir de 2011. As projeções da IDC são um pouco mais modestas que as do Gartner, que prevê que os gastos mundiais com TI neste ano, envolvendo tanto empresas quanto usuários finais, devem crescer 4,6%, totalizando aproximadamente US$ 3,4 trilhões (veja mais informações em “links relacionados” abaixo).

Fonte:  TI Inside

Brasil é um dos países mais vulneráveis a ataques cibernéticos, diz pesquisa

Em uma comparação feita entre 14 países, um estudo colocou o Brasil como o país que menos atualiza seus programas de defesa contra piratas virtuais e o que mais sofre chamados ataques de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês) –aqueles em que invasores sobrecarregam um sistema para tirá-lo do ar.

O relatório “No Fogo Cruzado: As infra-estruturas essenciais na era da guerra cibernética” foi produzido pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês), em parceria com a fabricante de antivírus para computador McAfee.

Os pesquisadores entrevistaram 600 diretores de segurança da informação de 14 países, incluindo entre outros Estados Unidos, China, Grã-Bretanha, Índia e Rússia.

Os consultados atuam em empresas de setores financeiro, energético, de recursos naturais, telecomunicações, transportes, químico, alimentício e de serviços públicos.

Dentre os brasileiros ouvidos, 65% disseram que as leis do país não são adequadas para combater crimes virtuais. Mais de 60% acreditam que o Brasil sofrerá nos próximos dois anos um ataque cibernético que afetará seriamente algum de seus serviços essenciais, como fornecimento de energia.

Vulnerabilidade brasileira

O relatório remete ao caso do apagão elétrico no Brasil no ano passado. “Em novembro de 2009, houve reportagens na mídia dos Estados Unidos dizendo que duas interrupções no fornecimento de energia no Brasil em 2005 e 2007 haviam sido causadas por piratas virtuais, talvez como parte de um esquema de extorsão”, cita o texto.

Dias depois da publicação dessas notícias, 18 estados brasileiros ficaram sem energia. Uma das hipóteses para explicar o incidente foi um ataque de piratas virtuais que teria desligado a usina de Itaipu.

Em abril do ano passado, a companhia Telefonica também citou uma invasão de seus sistemas como justificativa para os graves problemas que seu serviço de internet rápida vinha apresentando no Brasil.

Segundo a pesquisa do CSIS, quase 80% dos brasileiros ouvidos revelaram sofrer ataques recorrentes de negação de serviço. Nenhum outro país apresentou percentual tão elevado.

Em um índice de segurança contra ataques cibernéticos –em que 100% indica a máxima segurança possível– o Brasil ficou com 40%, um dos cinco piores resultados.

Também de acordo com o relatório, ao lado da Espanha, o Brasil é o país que menos criou restrições ao uso de pendrives. Esses aparelhos de transporte de dados são descritos pela pesquisa como uma ameaça, porque podem transmitir vírus e serem usados para roubo de dados.

Paranorama global

Mais da metade dos entrevistados disse que sofre constantes ataques de negação de serviço e roubo de dados.

A informação mais surpreendente do estudo é a de que 59% dos ouvidos acreditam que os autores desses ataques podem ser governos estrangeiros. Os Estados Unidos e a China, com 36% e 33% respectivamente, foram apontados como as maiores ameaças nesse sentido.

O resultado do estudo coincide com as acusações de que autoridades chinesas teriam atacado o site de buscas Google.

O tema foi discutido durante o Fórum Econômico Mundial, na semana passada. O chefe da agência de telecomunicações da ONU, Hamadoun Touré, defendeu que o mundo precisa de um tratado internacional sobre o assunto para impedir uma guerra cibernética.

“Uma ciberguerra seria pior que um tsunami, uma catástrofe (…)”, declarou Touré.

Fonte: BBC Brasil

SaaS, uma solução para todas as empresas

A contratação de software como serviço (SaaS, na sigla em inglês) tem sido um dos temas mais comentados na mídia especializada nos últimos tempos. A grande discussão gira em torno dos desafios que precisam ser vencidos para o sucesso do SaaS. Alega-se que a maior incidência se dá em pequenas e médias empresas, por meio de aplicações isoladas, não integradas aos sistemas internos. Isto dá a impressão de que falta um longo caminho a ser percorrido para viabilizar o modelo. No entanto, existem hoje no mercado soluções que já consolidaram o modelo SaaS como a melhor alternativa para empresas de todos os portes. Entre elas estão aplicações para as áreas ligadas ao supply chain, principalmente destinadas a compras, que se beneficiam de ferramentas e serviços que operam com mais eficiência em um ambiente compartilhado, característica viabilizada pelas soluções SaaS. Essas aplicações podem ser totalmente integradas com os sistemas das empresas, o que permite agilidade na troca de informações com parceiros comerciais, sem necessidade de retrabalho entre os sistemas.

Soluções de e-procurement SaaS beneficiam não só o contratante comprador, mas também os fornecedores que, a partir de um único ambiente, têm a possibilidade de acessar vários ambientes privados de compradores, facilitando o processo de resposta a cotações e pedidos. Isto traz ganhos operacionais significativos, além da garantia do recebimento das solicitações feitas pelos clientes, que poderiam se perder pelos meios convencionais (telefone, fax ou e-mail).

Além da troca de informação pelo sistema, empresas que oferecem o modelo de SaaS disponibilizam vários serviços agregados que potencializam os resultados da solução. São serviços que vão desde a adesão e suporte a compradores e fornecedores até o monitoramento da pontualidade das respostas às cotações, aos pedidos, além do acompanhamento da entrega dos materiais.

Empresas que adotaram solução de e-procurement Saas têm conseguido significativa redução de custos de aquisição e de processos, além de permitir que a equipe de compras seja liberada de atividades operacionais e passe a focar seu tempo em questões mais estratégicas para a companhia.

O modelo de SaaS em soluções de e-procurement tem permitido mais do que ganhos operacionais. O ambiente pode proporcionar o desenvolvimento de uma comunidade de negócios, onde um grande número de compradores e fornecedores pode interagir, viabilizando novos negócios.

Diante de exemplos como este, podemos dizer que o SaaS já é uma realidade de sucesso quando o objetivo é potencializar a colaboração entre empresas.

Fonte: TI Inside

Sped em 2010: o que podemos esperar?

Nestes dois últimos anos, diversas empresas se viram envolvidas com pelo menos um dos três subprojetos do SPED, entre eles, NF-e, Sped Fiscal ou Sped Contábil, e este cenário não mudará no próximo ano. Pelo contrário, com a obrigatoriedade de novas empresas prestarem contas à Receita Federal, a procura por sistemas que controlam informações fiscais aumentará. Com base em dados de projetos do Fisco e da facilidade de incorporar as soluções, podemos considerar que as empresas de TI terão oportunidades promissoras.

A nota fiscal eletrônica muda a rotina diária das organizações e por este motivo, é rapidamente absorvida pela corporação após o término da implementação, demandando pouco serviço de TI para as consultorias. Com as constantes alterações do Fisco, que impactam o dia a dia das empresas, torna-se mais evidente o volume de trabalho que elas terão.

A grande onda de massificação do uso da NF-e no território nacional acontecerá ao longo de três períodos distintos neste ano; abril, julho e outubro, segundo informações do Código de Atividade (CNAE), que prevê que quase todas as empresas contribuintes do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) terão de se adaptar ao órgão governamental.

Por sua vez, o SPED Contábil é uma obrigação anual, a qual também poderá ser incorporada à rotina das empresas após o Go-Live dos Projetos de implementação. Porém, é bem provável que demande algum serviço de TI para as “Software House” na época da nova entrega, isso para as companhias que já foram obrigadas à entrega em 2009, mas demandará muitas horas de trabalho para as organizações que entregarão seus arquivos em 2010. São cerca de 280 mil corporações tributadas com base no lucro Real que terão como prazo até 30 de junho de 2010 para transmitirem seus dados.

Já o SPED Fiscal, uma obrigação mensal que teve a primeira entrega na data limite de 30 de setembro de 2009, prazo estabelecido para as companhias obrigadas, contou com a entrega de arquivos de 29 mil empresas. As organizações deverão absorver rapidamente esta rotina ou então, procurar no mercado uma forma de atender aos prazos sem prejuízo, como por exemplo, contratando os serviços de Business Process Outsourcing (BPO) para geração e validação dos arquivos mensais, isso também vale para o SPED Contábil.

Os Fiscos estaduais já estão se pronunciando em relação à nova lista de obrigatoriedade, mas ainda não há uma relação consolidada de contribuintes. Porém, Estados como PR, MG, MS, MT, RN, SC, PB e AM já publicaram suas normas específicas e podemos prever que o número crescerá.

A previsão é que a quantidade total de companhias em todos os Estados seja similar aos 280 mil do SPED Contábil. E o Fisco não pára. Também estão previstos para 2010 discussões em torno de outros subprojetos do SPED, como por exemplo, EFD – PIS/PASEP COFINS, SPED – Livro de Produção e Estoque, e-Folha de Pagamento, além da publicação e obrigatoriedade de outros subprojetos, como, e-Lalur (entrega em 2011) e a inclusão do CIAP na EFD (entrega já em 2010).

Fonte: Renato Matavelli (gerente de Legislação e Produtos da Sonda Procwork) -  Decision Report

 

NF-e: demanda deve continuar aquecida em 2010

A demanda por projetos de NF-e atingiu o pico no ano passado, quando boa parte dos setores da atividade econômica teve que se adequar às exigências do Fisco. Mesmo assim, a Neogrid espera repetir em 2010 a taxa de crescimento registrada no exercício passado, quando os negócios evoluíram 50%.

A NF-e tem uma participação importante no bom desempenho da empresa. “O mercado está demandando e nós temos capilaridade grande na indústria e no varejo”, afirma André Ghignatti, Chief Operation Officer (COO) da Neogrid.

A empresa dispõe de um portfolio de soluções que atende clientes de todos os portes e diferentes setores da atividade econômica. Segundo André, boa parte das maiores redes de varejo e da indústria de bens de consumo é usuário da solução da Neogrid.

Para o executivo, se no ano passado a demanda foi puxada pelo governo, que impôs prazos para adesão das empresas, em 2010 a necessidade de melhorar os processos de gestão fará com que as empresas tomem a iniciativa de contratar projetos de NF-e.

Mas o foco não será apenas na emissão, como tem ocorrido até o momento. “A tendência é que seja implementado o processo completo da NF-e, que inclui a recepção e a entrega garantida”, diz André.

A entrega garantida implica no uso de protocolos de transferência de arquivo que garantem a rastreabilidade do documento e o batimento (conferência) entre os pedidos e a NF-e, ou seja, a verificação se o que foi pedido está sendo efetivamente entregue.
Isso é importante para evitar inconsistência nas informações enviadas por meio eletrônico ao Fisco, que podem gerar problemas futuros. Esse mecanismo é fundamental, também, para coibir prática de fraude e de evasão fiscal.

Na avaliação do executivo, a inconsistência das informações enviadas ao Fisco em formato eletrônico decorre muitas vezes da falha na implementação do projeto.

Além da implantação do processo completo, o executivo da Neogrid recomenda atenção na escolha dos parceiros. Isso porque, como a NF-e é um projeto de fácil implementação, não há uma barreira de entrada de fornecedores. E muitos se aproveitaram para explorar essa oportunidade de negócio.

André considera fundamental a continuidade dos processos. Assim, a parceria deve funcionar bem e se manter sólida no futuro.

 

 Fonte: TI Inside

Registros de malware e spam em redes sociais aumentam 70% em 2009

Entre os sites, o Facebook representa o maior risco para as empresas, de acordo com um estudo da companhia de segurança Sophos.

Os ataques contra usuários de redes sociais como o Facebook e o Twitter estão aumentando de forma significante no mundo, segundo um relatório publicado nesta segunda-feira (1/2) pela companhia de segurança de Tecnologia da Informação Sophos.

A investigação de “segurança social” da companhia mostra que os cibercriminosos têm dado mais atenção a ataques contra redes sociais nos últimos meses, com um grande aumento em registros de spam e malware.
 

Registro de ataque em redes sociais

Registro de ataque em redes sociais

Além disso, a Sophos entrevistou mais de 500 organizações e relatou que 72% delas estão preocupadas com a possibilidade de o comportamento de seus funcionários em redes sociais  oferecer risco aos negócios, infraestrutura ou até mesmo a dados confidenciais.

Facehacking
Os entrevistados também foram questionados sobre quais redes sociais poderiam representar o maior risco às empresas. O Facebook liderou as respostas, com 60%, seguido pelo MySpace, com 18%.
 

Redes Sociais e risco

Redes Sociais e risco

O relatório de ameaças da Sopho também mostra que 49% das companhias permitem o acesso sem restrições ao Facebook, um aumento de 13% em relação há um ano atrás.

Fonte:  IDG Now!

Sistema de autorização de NF-e ficará indisponível em Pernambuco

A Secretaria da Fazenda de Pernambuco comunica os contribuintes que o sistema de autorização da NF-e ficará indisponível na próxima terça-feira, 2, para manutenção dos servidores.

Como o ambiente de produção será afetado, a autorização da NF-e pode ser feita através do Sistema de Contingência do Ambiente Nacional (SCAN), que ficará disponível para atender a demanda dos contribuintes do
Estado a partir das 13h de segunda-feira, 1, até o mesmo horário do dia seguinte.

Além do SCAN, os contribuintes poderão utilizar outros modos de contingências, tais como a Declaração Prévia de Emissão em Contingência (DPEC) e o Formulário de Segurança.

O Fisco pernambucano informa, ainda, que em virtude de problemas na sua impressão, o Documento de Arrecadação Estadual (DAE) relativo ao ICMS antecipado, código de receita 058-2, correspondente ao período fiscal 12/2009, poderá não chegar ao seu endereço em tempo hábil.

Como o documento vence no 29 de janeiro, a orientação é que os contribuintes a imprimam o DAE antes da data-limite, para evitar transtornos decorrentes do congestionamento na página da Secretaria da Fazenda na internet.

A impressão do DAE deve ser feita mediante certificação digital, através do Are Virtual.

TI Inside