Pequenas empresas formam mil centrais de negócios

Na tentativa de ganhar escala e competitividade, micro e pequenos empresários do Brasil têm aderido a uma iniciativa já difundida na Europa e nos EUA: a associação em centrais de negócios, informa reportagem de Carolina Matos para a Folha.

Estima-se que haja mais de mil centrais –também chamadas de redes– desse tipo no país, de diversos setores. O total quadruplicou desde 2007. Em 1996, eram só 38, segundo dados da consultoria GS&MD Gouvêa de Souza.

Nesse modelo, os empresários se unem para, por exemplo, negociar preços com fornecedores, ratear custos de centro de distribuição e alcançar mais mercados consumidores –até no exterior. Isso sem perder a propriedade da empresa.

Ajustes, no entanto, são necessários, como na escolha do melhor fornecedor, do volume de estoque necessário e da forma de anúncio mais adequada –e aí é onde moram as dificuldades.

Para Paulo Feldmann, presidente do conselho da pequena empresa da Fecomercio SP (Federação do Comércio do Estado de SP), a legislação precisa estimular a cultura da associação, como oferecendo vantagens fiscais.

 Fonte: FOLHA DE SÃO PAULO

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