Segurança exige visão holística

O avanço da Internet proporcionou a era das empresas sem fronteiras que contam com ambientes mais colaborativos, interação com as mídias sociais, além da presença dos tablets e smartphones em suas operações. Junto com esse avanço, a informação é o principal tesouro das companhias e está alinhada diretamente aos negócios. Acompanhando essa tendência, o cibercrime ficou mais moderno, robusto e está em rápida evolução.

Com o claro objetivo de roubar informações e obter lucro com elas, os ataques virtuais estão mudando a maneira de como as empresas se protegem ao mesmo tempo em que precisam proporcionar um ambiente colaborativo aos usuários, clientes e fornecedores. “Antigamente as empresas simplesmente bloqueavam suas redes, mas hoje o cenário é outro. O desafio é liberar, com segurança, o acesso às ferramentas de interação e colaboração”, aponta Graziani Pengue, engenheiro de sistemas da Websense´.

Na opinião do executivo, diferente de um vírus que é detectado e eliminado, a informação passou a ter uma relevância maior dentro das empresas. “A Internet está bem desenvolvida, mas junto com essa evolução nos deparamos com os problemas com Segurança da Informação”. Para lidar com essas questões, as empresas estão buscando inovações no desenvolvimento de soluções de proteção de dados.

Inteligência da Segurança

Assim como outras companhias de segurança, a Websense possui o Security Labs, laboratório que conta com mais de 100 analistas que buscam ameaças na rede mundial de computadores, analisam e-mails e verificam informações trafegadas para desenvolver uma inteligência de Segurança da Informação. “Uma parte desses profissionais fica nos Estados Unidos e a outra na China. Eles fazem parte da inteligência do produto da empresa”, completa Pengue.

Com isso, a companhia apresentou ao mercado o TRITON, solução unificada de segurança de conteúdo para proteger dados e empresas em comunicações por e-mail, em redes sociais, na nuvem e no trabalho móvel. A ferramenta oferece segurança de próxima geração para e-mails, implantação híbrida e prevenção de perda de dados, tudo a partir de um único console de gerenciamento. A arquitetura do TRITON é baseado num sistema modular, ou seja, o cliente pode ampliar a cobertura e os serviços com facilidade e eficiência de acordo com suas necessidades.
Há quatro anos a companhia vem trabalhando no desenvolvimento da solução para reunir e consolidar a segurança para a Web, e-mail e DLP. Em 2007, a Websense adquiriu 2 empresas para auxiliar no desenvolvimento do TRITON. A primeira foi a israelense Port Authority, que desenvolveu o DLP (Data Loss Prevention), e a inglesa Surf Control, que trouxe a solução de e-mail. “As aquisições alinhadas à nossa expertise deram o start para a produção dessa solução”, finaliza Pengue.

A companhia, que tem mais de 15 anos no mercado com operação brasileira há 10 anos e atuação através de canais, está trabalhando seu portfólio no Brasil e tem boas perspectivas de crescimento para esse ano com o foco de suportar a força de vendas nos clientes.

Fonte: Decision Report

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