Fisco goiano monitora os maiores contribuintes do ICMS do Estado

Os maiores contribuintes do ICMS de Goiás estão sendo acompanhados sistematicamente pelos órgãos de fiscalização do Estado, entre eles a Gerência Especial de Auditoria (Geat), vinculada à Superintendência de Administração Tributária da Secretaria da Fazenda, e os auditores fiscais da Receita Estadual (Afre).

Na ação, os grandes contribuintes são divididos de acordo com o grau de similitude de suas atividades econômicas, aos quais os grupos de monitoramento da gerência aplicam procedimentos de fiscalização com a utilização prioritária e inteligente da tecnologia da informação.

Os pilares básicos são relevância, especialização setorial e uso intensivo da informática, revela Francisco Leandro Neto, gerente do Geat.

Segundo ele, a atuação dos auditores fiscais é precedida de criteriosa análise técnica, com o objetivo de identificar anomalias ou desvios nos índices estratégicos de natureza fiscal ou contábil.

Para tanto, são utilizadas ferramentas de Businesse Intelligence (BI). “A nossa programação de fiscalização tem sido direcionada para a execução de ações fiscais pontuais, rápidas, com primazia para os fatos geradores mais recentes e de amplo resultado”, explica Neto.

O gerente avalia que um dos grandes desafios para 2011 é o aperfeiçoamento dos Afres, já que aproximadamente 94% da arrecadação da Geat é proveniente de contribuintes que já estão sujeitos à Escrituração Fiscal Digital (EFD), bem como à emissão de Nota Fiscal Eletrônica (NFe).
“É uma providência que será desdobrada para todo o Fisco estadual, para que as auditorias fiscais transcorram com segurança”, observa Neto.

Além da criação de programas e do desenvolvimento de ferramentas, está sendo feito um trabalho de divulgação de material de apoio e estudo com “o objetivo de alcançar o maior domínio possível das novas tecnologias”, afirma o gerente.

Além disso, na Geat são desempenhadas muitas tarefas rotineiras do Fisco, como manifestações em processos diversos, atendimentos a prepostos do sujeito passivo (contadores, advogados, diretores, gerentes, etc.) e revisões ou diligências deliberadas pelo Conselho Administrativo Tributário (CAT).

Fonte: TI Inside

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