Novos setores têm de se adaptar à nota fiscal eletrônica até dezembro

Desde 2008, as empresas brasileiras vêm adotando o modelo de NF-e (Nota Fiscal Eletrônica), um documento fiscal digital, que tem por propósito substituir a Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A. Com ela, a RFB (Receita Federal do Brasil) e as Sefaz (Secretarias das Fazendas Estaduais) acompanham, em tempo real, todas as transações comerciais das companhias brasileiras. Um grupo de contribuintes já teve de se adequar em abril. As próximas etapas acontecem nos meses de julho, outubro e dezembro.

De acordo com o presidente do CRC SP (Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo), Domingos Orestes Chiomento, ao todo, aproximadamente 550 atividades econômicas terão que aderir à nova ferramenta no decorrer deste ano. “O enquadramento dessas empresas que precisam emitir a NF-e é feito de acordo com a CNAE (Classificação Nacional de Atividades Econômicas)”, disse, explicando que o contribuinte deve verificar se o seu código de acesso aparece no Anexo único da Portaria CAT nº 162/2008, com as datas estabelecidas para adoção da Nota no decorrer de 2010. “A Sefaz de cada Estado possui essa relação”.

Na opinião de Chiomento, o sistema traz diversos benefícios, tanto ao Fisco, quanto às empresas. “O contribuinte será beneficiado com a redução de custos administrativos, gastos com armazenamento de arquivo e papel, tempo de impressão de documentos fiscais, entre outros”.
Porém, o presidente do CRCSP alerta que muitas empresas estão correndo contra o tempo para migrar para o novo sistema, que as mudanças da tradicional Nota Fiscal modelo 1 ou 1-A não são tão simples como parecem e que têm gerado várias dúvidas nos contribuintes .

Fonte: Administradores.com.br

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