NFe do Brasil disponibiliza nf-e 2G a partir de maio

Empresas que emitem nota fiscal eletrônica no modelo 1G têm até o dia 30 de setembro para adequar-se ao novo layout, conhecido como segunda geração, ou, nf-e 2G. Sabendo desta necessidade, a NFe do Brasil, especialista em inteligência fiscal eletrônica, anuncia que já estará pronta para atender a demanda da nota fiscal eletrônica segunda geração, a partir do mês de maio.

No modelo anterior da nf-e eram informados o emissor, o destinatário, os produtos, os valores e os impostos da mercadoria. O arquivo era enviado as Secretárias da Fazenda Estaduais no formato XML. A nf-e 2G é um refinamento dessa solução, já que permitirá o cruzamento e conferência das informações durante o ciclo de vida do documento fiscal. Isso significa que tanto vendedor como comprador terão responsabilidades sobre a nota fiscal, informando desde o registro de saída do produto à confirmação da mercadoria, passando por devolução, registro de roubo de carga, entre outros.

“Disponibilizaremos sem custo adicional para nossos clientes esta nova geração de nota fiscal eletrônica no modelo de serviço e nos responsabilizamos por todas as atualizações estabelecidas pelo governo”, afirma o diretor-geral da NFe do Brasil, Marco Zanini. “Imagine um internet banking, só que de nf-e: nosso cliente acessa facilmente a Internet, digita nome e senha, e emite, gerencia e armazena suas notas eletrônicas e paga apenas pelo seu uso. Ele não precisa se preocupar com tecnologia. Este é o nosso trabalho”, explica Zanini.

Segundo o executivo, na segunda geração de nf-e a emissão de uma nota de um local com a alíquota mais baixa do que o destino real da mercadoria deixará de existir, uma vez que amplia a transparência nas transações, tornando automática a conferência de passagem da mercadoria por postos de fiscalização.

Outro ponto importante é a nota de correção, que não existia na primeira versão da nota fiscal eletrônica. “Ao preencher algum dado errado, o cliente tinha sua nota cancelada ou deveria emitir outra. Isso causava transtornos à empresa. A sociedade pediu e o governo quis melhorar esse ponto, criando um novo campo na 2G para correção da informação sem cancelamento”, diz Marco Zanini.

As companhias que aderiram ao documento fiscal em 2010 já possuem o software adaptado. Até o fim deste ano devem estar na obrigatoriedade mais de um milhão de estabelecimentos. Segundo dados da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, desde que entrou em vigor, o projeto de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) já movimentou mais de R$ 29 trilhões e foram faturadas mais de 860 milhões de notas. Só o Estado de São Paulo concentra 32,3% do total de emissões de notas, além de movimentar mais de R$ 4 trilhões.

Fonte: Reseller Web

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