NFe do Brasil oferece ferramentas de nota fiscal eletrônica para novos setores

A partir de 1º de abril, mais de 200 segmentos e 92 mil estabelecimentos de São Paulo deverão seguir o calendário de adoção à nota fiscal eletrônica estipulado pela Secretaria da Fazenda. Entre eles estão os atacadistas, os fabricantes de cerveja e cigarros, além de frigoríficos, da indústria de cimentos. Para que essas companhias ingressem no novo modelo fiscal, a NFe do Brasil, empresa focada em soluções de inteligência fiscal eletrônica, oferece tecnologia e serviços para atender a necessidade de cada uma.

Com o objetivo de evitar fraudes e melhorar o ambiente competitivo do mercado brasileiro, a obrigatoriedade da substituição da versão em papel pela versão eletrônica da nota fiscal entrou em vigor em abril de 2008. O novo formato permitirá o compartilhamento de documentos entre a Receita Federal e as Secretarias da Fazenda dos Estados e dos Municípios. Segundo dados da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo, desde que entrou em vigor, o projeto de Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) já movimentou mais de R$ 29 trilhões e emitiu mais de 860 milhões de notas. Só o estado de São Paulo concentra 32,3% do total de emissões de notas, além de movimentar mais de R$ 4 trilhões.

“Este projeto veio para simplificar as obrigações dos contribuintes e permitir o acompanhamento em tempo real das operações pelo Fisco. Segundo o governo, a nota fiscal eletrônica proporciona benefícios a todos os envolvidos em uma operação comercial, contribuindo de forma significativa para a melhoria do ambiente de negócios no Brasil”, comenta Marco Antônio Zanini, diretor-geral da NFe do Brasil.

Para esta nova onda, a Receita Federal ampliou a obrigatoriedade e a NF-e contemplará todas as operações e empresas do País, a chamada segunda geração da nota fiscal eletrônica. Esse novo modelo consiste no refinamento da solução já existente e que permitirá o cruzamento e conferência das informações, com o objetivo de documentar tudo o que ocorre durante o ciclo de vida do documento fiscal.  Por meio deste sistema serão evitadas antigas práticas de emissão de uma nota para um local com uma alíquota mais baixa do que o destino real da mercadoria.

“Como especialistas no assunto, percebemos que ainda há muitas dúvidas referentes ao tema que vão desde os desafios na seleção da solução mais adequada até dificuldades no preenchimento dos documentos e armazenamento das notas emitidas. Além disso, também existe o questionamento do que muda com o novo formato, quem deve e como aderir, entre outros”, comenta o executivo. “As empresas que já utilizam a nf-e terão até o dia 30 de setembro para adequarem-se a NF-e 2G, caso contrário, a partir do dia 1º de outubro suas notas emitidas não serão mais aceitas pelas Secretarias de Fazenda”, conclui Zanini.

A NFe do Brasil oferece soluções de NF-e no novo formato para empresas de todos os tamanhos e segmentos, com suporte técnico especializado. As ofertas da empresa incluem sistemas e serviços que atendem às exigências dos modelos de NF-e, CT-e e Sped.

Diferencial: NFe no modelo de serviços

Para os pequenos e médios emissores de nota fiscal, a companhia trabalha com sua base nf-e no modelo Saas, permitindo que as empresas paguem apenas de acordo com o volume de notas fiscais emitidas mensalmente. A emissão de nota fiscal eletrônica no modelo de serviço é indicada para as empresas que emitem até 1.000 notas/mês. Grandes emissores devem avaliar outras opções, entre elas a instalação da solução no ambiente interno da empresa.

Além disso, a NFe do Brasil também oferece o serviço de análise tributária (compliance tributário) que permitem validar 100% das informações dos documentos fiscais e contábeis eletrônicos antes do envio ao fisco. A NFe do Brasil disponibiliza aos clientes um serviço que poderá evitar multas por erros no conteúdo das informações transmitidas à Receita Federal, melhorar e otimizar processos, além de monitorar os riscos tributários em seus negócios.

Fonte: TI News

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