Inteligência fiscal sob demanda

Modelo de serviço da NFe do Brasil simplifica conformidade à legislação fiscal e elimina necessidade de investimento direto

A obrigatoriedade para a adoção da nota fiscal eletrônica e migração para a era dos instrumentos tributários digitais pode ser uma oportunidade de redução de custos das “obrigações acessórias”, como emissão de notas fiscais e escrituração. Para viabilizar a mudança a um universo amplo de empresas com custos e prazos reduzidos, o Grupo TBA criou a NFe do Brasil, com um modelo inovador. “A forma de uso é semelhante  ao Internet banking e a tarifação é por nota fiscal emitida”, resume Marco Zanini, diretor operacional da companhia.

Do ponto de vista do cliente, além de dispensar a instalação de software e recursos dedicados, o modelo da NFe do Brasil causa o mínimo de impacto e riscos de atrasos. “Basta substituir a impressora (das notas em papel) por um gerador de PDF, que já conseguimos capturar os dados”, menciona Zanini. Em contrapartida, a provedora de SaaS (Software como Serviço) agrega controle ao processo e assume também o backup, obrigatório por cinco anos. “A emissão de NFe em si, é simples. O ponto crítico é assegurar que os documentos estejam em conformidade com as regras”.

Para simplificar e encurtar os prazos de migração, a NFe do Brasil estruturou um serviço de Saneamento de Cadastro. “Cerca de 80% dos problemas com nota fiscal eletrônica – em que a Secretaria de Fazenda bloqueia a emissão – devem-se a falhas no cadastro. E muitas vezes são coisas simples, como campos não preenchidos ou erros de digitação”, conta Zanini. Devido à capacitação em metodologia e bom ferramental, a NFe do Brasil criou um modelo rápido e de custo escalonável. “Fazemos ajustes na fase inicial da implantação, importantes para a autorização das notas pela Secretaria da Fazenda e o perfeito funcionamento do sistema”, observa.

Simplicidade e baixo risco

Zanini explica que mesmo médias empresas têm dificuldade em ver o retorno de investimento na aquisição de soluções para a conformidade fiscal. Por isso, a NFe do Brasil montou sua oferta no modelo SaaS. “Outra dificuldade é que a indústria em geral não tem cultura de alta disponibilidade. Com escala no data center, garantimos a continuidade do serviço cuja parada pode prender um caminhão ou deixar escapar um cliente”, acrescenta.

Além da dependência de uma estrutura de TI e telecomunicações, outra inovação imposta pela legislação é o uso massivo de Certificados Digitais, um mecanismo que aumenta a responsabilidade legal dos administradores. A falta de histórico de uso da assinatura digital cria dúvidas sobre os requisitos de segurança. “É fundamental a guarda segura desses certificados em HSM – Host Security Module, conforme recomenda o manual de implementação do projeto fornecido pelas Secretarias de Fazenda”, constata Zanini.

Neste momento, os serviços relacionados à Nota Fiscal Eletrônica predominam devido à própria abordagem da legislação, que ao impor a NFe por segmentos de atividade, alcançou empresas de diversos portes. No entanto, a NFe do Brasil já se prepara para aumentar os serviços relacionados ao SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), cuja obrigatoriedade vai se estender. “No ano que vem a Receita ampliará a lista de empresas na obrigatoriedade incluindo faixas inferiores de faturamento. A preocupação não é com a tecnologia, mas com o compliance. Os empresários e contadores necessitarão de apoio tecnológico em inteligência fiscal no tocante à legislação, que é complexa e muda constantemente ”, diagnostica Zanini.  A necessidade do envio mensal das informações contábeis para a Receita Federal exigirá alto nível na veracidade dos dados entregues, o que poderá trazer riscos fiscais à empresa sem o apoio tecnológico adequado, completa.

Fonte: Anuário Informática Hoje 2009 – As 200 maiores

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